segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Apelidado de ' Waze do crime, novo aplicativo compartilha alertas sobre violência.

Você está na rua e vê uma pessoa sendo assaltada ou um arrastão. Quer avisar outras pessoas que o local está perigoso, como no aplicativo Waze, em que os usuários reportam problemas no trânsito. Há três meses, isso é possível no Brasil. O aplicativo CityCop (www.citycop.org), desenvolvido no Uruguai e presente na Argentina e no Chile, permite que usuários denunciem  on-line roubos, vandalismo, venda de droga, homicídio ou até que há uma pessoa suspeita nas redondezas.
Para isso, a pessoa acessa o aplicativo e escolhe, entre as opções de ocorrência disponíveis, aquela que testemunhou ou sofreu.
A localização é feita pelo GPS do celular. Mas, como é um aplicativo não oficial, a denúncia postada ali serve apenas para orientar usuários e não vale como registro legal do crime.
“Em Montevidéu, no Uruguai, ele (CityCop) começou como um aplicativo em que as pessoas de um bairro ou  comunidade avisavam as ocorrências testemunhadas. Os usuários começaram a conversar e, assim, ele expandiu rapidamente”, explica Carlos Santana, presidente do CityCop no Brasil.
Nesses três meses, o aplicativo conta 37 mil usuários, sendo 17 mil em São Paulo e 7 mil no Rio de Janeiro. As duas cidades no Brasil que mais aderiram até o momento. Gratuita, a tecnologia está disponível para sistemas operacionais do iPhone e de aparelhos que utilizam o Android.
Com a ferramenta em operação, já foi possível fazer um ranking de bairros com mais denúncias e das ocorrências mais comentadas, mas é importante lembrar que ele se baseia  nas postagens dos usuários.
Segundo Miranda, a empresa monitora os avisos e, se algum usuário faz denúncias demais num mesmo dia, por exemplo, ela tem o perfil travado para que se apure se está postando ocorrências reais.
Por aqui, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) reforçou, em nota, que a notificação de ocorrências de crimes deve ser “encarada com seriedade e, por isso, necessita de meios de comunicação que permitam a correta identificação do reclamante e dos fatos”.
O órgão preferiu não comentar se usaria eventualmente os dados de um aplicativo como o CityCop, cuja metodologia desconhece.

domingo, 18 de outubro de 2015

Homem faz tatuagem em homenagem a Dilma com rosto encapetado



Tattoo bizarra concorreu em uma convenção de tatuagem de Poços de Caldas na categoria cultura brasileira, mas não foi premiada

Uma tatuagem que traz a presidente Dilma Rousseff com rosto de diabo chamou atenção em uma convenção de tatuagem realizada em Poços de Caldas, Minas Gerais, no último final de semana.
A arte, do tatuador Hugo Brabo, chegou a concorrer na categoria cultura brasileira, mas, segundo o próprio autor, não foi premiada.
“Trabalho realizado na Poços Convention no final de semana, concorreu na categoria de cultura brasileira, infelizmente não foi premiada, porém foi válida essa homenagemzinha para uma certa pessoa hahahahhaha (desculpem a baixa qualidade da foto)”, escreveu Hugo em seu Facebook, ao divulgar a imagem.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Waze - MEGA MapRaid 2015 - Pará/Brasil - Hall of Fame

Realizado entre os dias 20/09 a 03/10 o Map Raid Pará 2015 que consiste em:

a - Criação de cidades e distritos;
b - Mapeamento das cidades com nomes e categorias corretas;
c - Conferência das rodovias, garantindo as rotas no mapa;
d - Criação de places para referência e, principalmente, postos de gasolina;
e - Tratamento de URs, MPs e PUs.

Em resumo é uma  ação conjunta de diversos editores visando a melhoria de uma área específica do mapa, no caso o estado do Pará.

Hall of Fame

A conectividade passou de 86.2% para 90.3%!
~ 253,000 segmentos criados
~ 400,000 segmentos editados (30% apagados)
~ 16,000 locais atualizados.



Pará

Confraternização de editores Map Raid Pará


Parabéns a todos os editores e organizadores deste evento, isso só demonstra o fortalecimento, união e amizade de todos os envolvidos dentro da Comunidade Waze de editores Brasil.

Executiva do Waze lamenta morte no Rio

Di-Ann Eisnor, COO do aplicativo, diz que vai se unir a governo do estado e comunidade para dar respostas.


Di-Ann: "Sabemos que lidamos com situações sociais complicadas, mas temos que dar as respostas e começaremos a fazer isso amanhã"


Seguindo o caminho traçado pelo aplicativo Waze, o casal Francisco e Regina Murmura entrou em uma favela de Niterói e teve o carro alvejado por balas disparadas - a mulher morreu, A situação foi trazida à tona por uma pergunta do auditório durante a apresentação de Di-Ann Eisnor, COO global do Wazer, no Maximidia - com mediação de Yacoff Sarkovas, CEO da Edelman Significa. 

A executiva se disse triste e chocada pelo que aconteceu e informou que vai se reunir com o governo do estado do Rio de Janeiro e com a comunidade para dar uma resposta para que situações similares não voltem a acontecer. “Ficamos tristes com o que aconteceu. É muito chocante. A realidade da situação é que agora, qualquer GPS vai te dar um caminho e tentamos entender a melhor forma de fazer isso. O Brasil nos ajudou a entender novos caminhos como aplicativo e está sendo o mesmo agora”, afirma.

Nesta quarta-feira, 7, executivos do Waze estarão no Rio para tentar ajudar a resolver a situação. “Amanhã, nos encontraremos com agências governamentais do Rio de Janeiro para tentar ajudar a resolver a situação. A tecnologia não tem como entender tudo e há questões humanas por trás. Uma combinação entre governo, tecnologia e comunidade vai tentar entender como ajudar", diz.

Para o aplicativo, não é tão simples impedir que motoristas naveguem para uma região perigosa se este é o destino final, já que muitas pessoas moram ali e precisam saber como se locomover. A solução passa por entender das autoridades do Rio o que a cidade está fazendo para lidar com os riscos de dirigir em alguns pontos. Os editores de mapa também são importantes, pois são responsáveis por identificação de rotas e em aumentar o conhecimento do Waze sobre riscos. "Sabemos que lidamos com situações sociais complicadas, mas temos que dar as respostas e começaremos a fazer isso amanhã”, afirmou Di-Ann.

Envolver comunidade
Nascido como startup e adquirida há dois anos e quatro meses pelo Google, o Waze aprende a lidar com questões complicadas a um aplicativo com alcance global. Com a missão de “ajudar os condutores a ganhar minutos todos os dias”. A cultura da empresa é de envolver a comunidade para trazer informações atualizadas, e constante foco em melhorar o produto e o impacto que ele traz para o mundo.

A comunidade do Waze tem 25 milhões de editores por mês, com 350 mil edições de mapa por dia, em 50 países. Com eles, o Waze se comunica de maneira autêntica. Para que mais gente utilize o serviço, o Waze precisa cuidar do engajamento de cada um. “Sabe a principal razão de alguém parar de utilizar o Waze? É o esquecimento. As pessoas entram no carro e só depois lembram que o Waze pode ajudar”, afirma a executiva.
O Brasil é o segundo maior mercado do Waze em número de usuários e São Paulo, sim, é a maior cidade em número de usuários do aplicativo. Essa força do Brasil não se reflete apenas na escala, mas no engajamento. A proximidade do brasileiro com o aplicativo permitiu que o Waze desenvolvesse novas ferramentas utilizadas globalmente. Por exemplo: a adaptação ao rodízio de veículos, já que o aplicativo consegue levar o veículo para caminhos fora da zona de multas. O produto foi lançado recentemente. O Waze também é capaz de identificar as condições climáticas para informar a melhor rota. Agora, trabalha em algoritmos para avisar ou evitar zonas escolares e lombadas.
A empresa é parceira de mídia de mais de 100 emissoras de 15 países. No Brasil, tem seu produto ajudando nas informações da TV Globo. “Levamos a experiência do Waze para a casa das pessoas. Além disso, pensamos em como os anunciantes podem se engajar com o produto, mas respeitando a forma como ele se encaixa na comunidade. Tem que ser algo que se adiciona à experiência”, analisa. Um exemplo foi a divulgação do novo filme da série Exterminador do Futuro, através da voz de Arnold Schwarzenegger - baixada por 1,5 milhões de usuários. As principais oportunidades de anúncios estão relacionados a mobile e location based marketing.
Parcerias com cidades
A conversa do Waze com o governo do Rio de amanhã não será a primeira. O aplicativo já havia fechado uma parceria com a cidade para salvar tempo dos indivíduos e, consequentemente, da cidade. “O Brasil nos ajudou a inovar. Usando nossos dados, é possível saber o que acontece nas cidades. Já temos o programa em 40 cidades. Muitas rotas de caminhões de lixo, por exemplo, mudaram, trazendo mudanças reais para a cidade”, informa Di-Ann.





segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Gordinho esconde arma embaixo da barriga e vira ‘celebridade’ na internet



Obesidade mórbida é uma doença que assola o mundo inteiro e faz milhares de vítimas anualmente. Mas, para um gordinho que vem fazendo sucesso na internet, tem uma serventia.
O modo como ele usa o — excesso — de gostosura em sua vida é, no mínimo, bastante bizarro. Em um vídeo divulgado na internet, ele mostra que consegue guardar uma arma no local.
Conhecido apenas como The Big La, ele levanta uma quantidade chocante de gordura e esconde a arma embaixo. Para provar que a “inovação” funciona, ele ainda fica de pé por alguns segundos.
E o vídeo fez tanto sucesso na internet que na Flórida, Estados Unidos, Big La está sendo tratado como celebridade. Na rua ele é parado constantemente por pessoas que pedem que ele esconda coisas na barriga.
Assista ao vídeo no link abaixo: