sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Brasil está entre os cinco países mais populares no Waze

O Brasil está entre os países mais populares do mundo para o aplicativo gratuito de navegação GPS Waze. A cidade de São Paulo tem atualmente 1,5 milhão de usuários ativos mensalmente, segundo dados revelados pela própria companhia em um evento para jornalistas realizado nesta sexta-feira (24/10). O Rio de Janeiro, por contar com uma série de pontos turísticos, também está entre as cidades com mais usuários, somando mais de 500 mil. Há versões do Waze para Android,iOS e Windows Phone.


Waze

Entre os países mais importantes para o Waze há também os Estados Unidos, Reino Unido, França e México. Entretanto, a empresa não revela o número de usuários por país. No mundo, são 50 milhões de usuários ativos.

Los Angeles, Nova York e Jacarta (Indonésia) também figuram no ranking de cidades mais populares. Contudo, o Waze não revelou qual é o município no mundo com mais usuários ativos porque os números mudam mês a mês.  
Grande parte do lucro da empresa vem de anúncios dentro do aplicativo. “Quando decidimos ser uma empresa B to C, com foco no usuário, em vez de ser B to B (com foco em empresas), decidimos que deveríamos oferecer a melhor experiência para o motorista. Um modelo de negócio diferente não nos permitira fazer sempre o melhor para o usuário”, afirmou Julie Mossler, diretora global de comunicação do Waze.
A cidade do Rio é pioneira em um projeto de colaboração do Waze com a prefeitura. Os profissionais do serviço público recebem dados em tempo real sobre o trânsito, enquanto o Waze recebe informações que podem ser agregadas aos seus mapas, como, por exemplo, bloqueios de ruas durante obras ou grandes eventos. Não há relações comerciais para isso para a troca de dados, eles são ofertados gratuitamente.
De acordo com Flávia Sasaki, chefe do programa de transmissão e parcerias corporativas do Waze na América Latina, há negociações para trazer a iniciativa também para São Paulo, mas ainda não há previsão exata. Já as cidades de Vitória, no Espírito Santo e Petrópolis, no Rio, já assinaram um contrato de colaboração e, em breve, devem receber os dados assim como faz o RJ.
O Waze também destacou que faz parcerias com veículos de imprensa brasileiros para fornecer informações sobre trânsito aos brasileiros. Nesse caso, também não há relação monetária entre as companhias. A moeda de troca pelos dados oferecidos pelo Waze é a divulgação da marca, informou Flávia.
Apesar da importância do país ressaltada durante o evento de hoje, o Waze atualmente não tem escritório no Brasil.
A empresa disse também que prepara uma versão do Waze voltada para taxistas, mas ainda não há previsão de lançamento oficial.
Mapas offline – A empresa informou que não tem intenção de oferecer mapas com navegação offline porque seu negócio está baseado na colaboração de usuários que fornecem informações em tempo real. “Mas se você adicionar uma rota e depois desligar a internet do seu aparelho, você pode usar o Waze”, afirmou Julie.
fonte:http://info.abril.com.br/noticias/bitnocarro/2014/10/brasil-esta-entre-os-cinco-paises-mais-populares-no-waze.shtml

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Co-criador do Easy Taxi fala sobre estratégias para a expansão do serviço

A pessoa está atrasada para uma reunião importantíssima, sai correndo de casa e torce para dar a sorte de um táxi passar em frente à sua porta. E, quando passa, faz o clássico sinal universal para chamá-lo. Nos dias de hoje essa cena praticamente só existe em filmes. O aceno deu lugar a alguns cliques pelo smartphone.

À frente desse mercado está a Easy Taxi, já presente em 32 países e 165 cidades, sendo cem apenas no Brasil. A ideia nasceu literalmente de um dia para o outro. Em 2011, o mineiro Tallis Gomes participou de um Startup Weekend no Rio de Janeiro. Ao perceber que o seu projeto inicial não seria viável, teve que pensar em algo rápido. Faltando apenas 24 horas para o fim da competição, Tallis sofreu com a espera de um táxi em uma noite chuvosa na cidade carioca. Foi quando surgiu a ideia de explorar esse universo.

Em 2014, ao completar três anos no mercado, a empresa recebeu uma quarta rodada de investimento, somando, ao todo, R$ 145 milhões desde a sua criação. O último aporte, no valor de R$ 90 milhões, foi feito pela Phenomen Ventures e Tengelmann, dois importantes parceiros da Rocket Internet, especializada em negócios on-line.

O aplicativo da Easy Taxi, disponível para iOS, Android, Windows Phone e Blackberry, pode ser baixado gratuitamente tanto pelo usuário quanto pelo taxista. Uma média de 200 mil motoristas fazem parte do sistema e mais de 10 milhões de downloads já foram feitos no mundo.

Gustavo Vaz é co-CEO do Easy Taxi

“Estamos passando por um período de expansão muito forte, mas nos últimos meses estamos focados em consolidação. Lançamos a nossa plataforma corporativa para empresas, intensificamos o investimento em marketing e em construir um time mais estruturado. O foco agora é crescer nos lugares em que já atuamos e ser a marca número um e top of mind quando alguém pensa em serviço de táxi”, afirma Gustavo Vaz, co-CEO da Easy Taxi.

IMPRENSA Mídia – Como foi a recepção dos motoristas de táxi ao aderir algo 100% online?
Gustavo Vaz – É uma mudança de cultura para eles e algo muito gratificante para nós. Estava nas Filipinas, por exemplo, e um taxista veio me agradecer em nome de todos os profissionais, porque estavam trabalhando muito melhor. Mas ainda é uma mudança de comportamento. Às vezes temos que pegar o taxista pela mão e explicar o que estamos fazendo. Em países emergentes, como Bolívia, Indonésia e Filipinas, é algo bem complicado do ponto de vista do smartphone. Já em regiões como Brasil e México, a aceitação do aparelho é mais comum. Foi um grande esforço fazer com que os primeiros taxistas confiassem na marca. No começo chegamos a dar celulares para que eles pudessem testar o sistema.

Recentemente vocês receberam um aporte de U$ 40 milhões de dois grupos estrangeiros. Qual será o destino do investimento?
A ideia é lançar novos canais para o usuário. Nossa plataforma corporativa, por exemplo, existia apenas no Brasil. Agora estamos expandindo para Chile, Colômbia, Filipinas, Malásia, México e Peru. Vamos investir na expansão dessa plataforma, assim como no aplicativo de pagamento com o cartão de crédito.

E, mais do que tudo, queremos aprimorar a experiência com o usuário: investir em melhorias para o sistema, em novos canais de marketing, treinar e capacitar taxistas em diversos países. O objetivo é explicar qual o melhor uso do smartphone e fazer com que essa capacitação seja feita da forma mais amigável possível. Queremos que eles vejam a Easy Taxi não só como uma fornecedora de serviço, mas como uma consultora
de tecnologia em geral.

Quais são as prioridades dentro das estratégias de publicidade e marketing?
Temos uma forma para analisar cada uma das mídias e canais de marketing. Quando vamos para uma determinada cidade ou país testamos de tudo, desde a mídia on-line, como Facebook, Google e Twitter, bem como a off-line (jornal, revista e outdoor). Após fazer essa primeira rodada de investimento, entendemos quais canais funcionam melhor ou pior. Nas Filipinas, por exemplo, investimos muito em publicidade dentro de shoppings centers. Já no Chile, trabalhamos com televisão e tivemos mais de cem spots ao longo do mês de agosto.

O que funcionou no Brasil? Investimos muito no on-line e por meio dos próprios taxistas. Quando o passageiro entra no táxi, ele encontra um material sobre a Easy Taxi e, no encosto do banco, um cartão que ele pode levar para casa e conhecer mais sobre o nosso trabalho.

Desde o começo, a Easy Taxi lançou diversas campanhas e ações. Há alguma mais significativa? Qual o retorno de todas elas para a empresa?
Tivemos o Bibliotáxi, um projeto cultural para transformar os táxis em bibliotecas colaborativas. Fizemos uma campanha com a Johnnie Walker, a meia bandeira junto com o Santander e, mais recentemente, o Taxiokê. Pregamos muito pela experiência dentro do táxi. O passageiro vai entrar no carro, notar alguma coisa diferente e pensar que a Easy Taxi sempre oferece uma surpresa. O retorno vem de diversas formas. É o taxista que acaba vendo essas informações e se registra no sistema; é um passageiro novo que se deparou com a campanha ou o antigo que tinha parado de usar e, porque achou a ação bacana, volta. É muito difícil mensurar do ponto de vista numérico, mas temos uma percepção de quais funcionam melhor e quais valem a pena repetir.

Qual é o investimento em todas as campanhas promocionais?
No Taxiokê, por exemplo, não investimos nada. Nessas campanhas onde são feitas parcerias, os dois lados saem ganhando. A empresa tem muita divulgação de marca pela mídia. Na maioria dessas alianças, nenhuma das companhias investe, mas as duas ganham com isso.

Existe uma equipe focada em definir parcerias estratégicas?
Não há uma equipe apenas de parceria. Temos um time de marketing que faz isso. Hoje contamos com uma média de dez pessoas dessa área apenas no Brasil.

Há algum segmento do mercado mais interessado em fechar parcerias?
O segmento de bebidas é, de fato, muito importante. Acho que todas as partes envolvidas em “beber e não dirigir” se interessam mais, como seguro de carro, bebidas, bares etc. Fizemos uma campanha com diversos bares de São Paulo: se a pessoa fosse de Easy Taxi, ganharia uma cerveja. Se compararmos com cinco anos atrás, hoje poucas pessoas bebem e dirigem. Diria que menos de 10% das pessoas fazem parte dessa realidade.

A Easy Taxi não cobra uma taxa dos taxistas pelo serviço. Qual a maneira que vocês encontraram para sustentar o negócio?
A forma de gerar receita varia de país para país. No Brasil, estamos focados na plataforma corporativa, que gera muito valor para as empresas. Proporcionamos todo o fornecimento em base de dados em termos de transporte. A companhia sabe quais são suas áreas que utilizam mais ou menos o táxi e, com isso, geramos inibição de fraude. Além disso, otimizamos os processos financeiros. Antes os funcionários chegavam com recibos de papel, agora é tudo via sistema com uma só fatura no final do mês. Isso gera ganhos de até 40% para a empresa, e uma parte desse ganho fica com a própria Easy Taxi. Esse modelo é um grande foco para nós.

O sistema de publicidade dentro do aplicativo é um modelo viável?
Sim, mas não usamos no Brasil. Estamos implementando como teste no Equador. Caso funcione, talvez seja uma boa ideia levar para outros países. Acredito que pode funcionar, mas não é o nosso foco. Pode ser um “plus”. Mas acredito que não será
com esse modelo que a Easy Taxi vai crescer no mercado.

Como foi a aceitação do brasileiro em relação ao pagamento móvel?
Foi bastante positiva. No começo estávamos receosos se o brasileiro seria desconfiado. Principalmente porque aqui todo mundo está acostumado com as maquininhas e não colocar os dados no próprio celular. O resultado foi melhor do que esperávamos. É conveniente, depois que usa uma vez a pessoa vê como é fácil. O pagamento pelo cartão de crédito é um dos nossos focos para crescer em termos de mercado, mas não financeiro. Não cobramos nada do passageiro.

Quais serão os próximos passos em relação a esse sistema?
Vamos ainda investir muito no sistema, porque não está disponível ainda para todas as cidades do Brasil, como Macapá e Manaus. Testamos no Sudeste para saber se era viável e, agora que sabemos que funciona, vamos fazer um esforço maior para levar a
todas as cidades do país.

Vocês acreditam que a junção do virtual com a real necessidade dos consumidores foi o fator chave para o negócio dar certo?
Com certeza. Hoje se eu sair de casa sem carteira consigo me virar, mas se sair sem o celular tenho que voltar correndo para buscá-lo. A ideia de o celular gerar conveniência e fornecer todos os tipos de serviço é o futuro e para onde estamos caminhando. Ainda vejo duas coisas como desafio. A primeira é a credibilidade, porque muita gente ainda não confia 100%. A segunda é mudar o comportamento do consumidor, que às vezes prefere esperar um táxi aparecer a usar o aplicativo. A pessoa não tem a motivação para usar o serviço, mas, uma vez que o usa, vê que é melhor. Precisamos fazer com que ele faça o teste pela primeira vez.

domingo, 12 de outubro de 2014

Cabra nasce com rosto humano e criadores são acusados de terem tido relações sexuais com a mãe do animal


Cabra nasceu com rosto humano na Argentina
Cabra nasceu com rosto humano na Argentina Foto: Reprodução/Facebook
Expresso
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Uma cabra deu à luz a um filhote com um rosto humano, mas sem vida, em uma fazenda na região de Salta, na Argentina. Após um amigo dos donos da fazenda publicar as fotos em uma rede social, os criadores foram acusados de terem tido algum tipo de relação sexual com a mãe do animal.
Após virar alvo de abusos verbais e acusações de zoofilia por moradores locais, eles tiveram que se esconder.
Apesar das acusações, a mulher do fazendeiro, Olga Villalba disse acreditar que a deformação seja consequência de pesticidas na região.
— O animal já estava morto quando nasceu. Só queremos enterrá-lo o mais rápido possível. Foi claramente uma mutação genética causada pelo uso excessivo de agrotóxicos — explicou.

As informações são do Daily Mail.

domingo, 5 de outubro de 2014

Casal gasta R$ 80 mil em bonecos 'humanos'


O casal acredita que bonecos apimentam a relação
O casal acredita que bonecos apimentam a relação Foto: Reprodução: Facebook/It´s Morning
Expresso
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Quando um terceiro elemento surge na relação de um casal, na maioria das vezes, trata-se de um problema. Mas isso não é verdade para Dave Hockey e Shawna Bigelow. O casal americano lida abertamente com mais um integrante, desde que ele seja artificial. Juntos, já compraram cinco bonecos de silicone com aparência humana para a "hora H" e, como buscam sempre modelos bem reais, já gastaram mais de R$ 80 mil. O casal participou do programa de TV This Morning, do ITV Channel, e revelou detalhes do fetiche.
Dave foi o primeiro a comprar uma boneca, que tem até nome - Bianca - e está com ele desde antes do início de namoro. "Antes de conhecer Shawna, adquiri a Bianca, pois ela participou de um filme com Ryan Gosling. Depois, fui fazer um documentário, rodando por várias cidades e sempre a reconheciam", contou o americano. Mas a namorada concordou em não aposentar a boneca e também dividiu com ela a cama. "No primeiro dia que saímos juntos, eu apresentei Bianca à Shawna", disse Dave, que conheceu a esposa em um site de relacionamento. Shawna disse que ficou chocada na época, mas que ficou curiosa e achou divertido, pois poderia experimentar as perucas da boneca.
Quando questionado sobre se achava estranho o hábito, eles fizeram uma comparação: "Algumas pessoas colecionam carros e gastam milhares com novos modelos. Isso é considerado normal". O casal disse que essa é uma maneira divertida de ter um terceira pessoa na relação sem que ninguém fique magoado. E se engana quem acha que os bonecos participam apenas dos momentos mais íntimos. O casal faz tudo com eles, inclusive viajar. Mas eles sempre vão na mala, para tristeza de Dave e, por causa do peso, se locomovem em cadeira de rodas.
E depois comprarem outras três bonecas depois de algum tempo de relação, a americana também quis um boneco para chamar de seu, que apelidou de Terry. "Escolhi tudo, principalmente a cor dos olhos dele", disse a americana na entrevista.

Assim o Rio e o Waze conseguiram organizar o trânsito na visita do Papa

Antes da visita do Papa Francisco em 2013, a cidade fez uma parceria com o aplicativo para monitorar as ruas e desviar o fluxo.


Di-Ann Eisnor na antiga sede do Waze, em Palo Alto

Quando passou a fazer parte do império Google, o Waze só era conhecido entre um grupo de entusiastas. Desde então, o aplicativo criado em Israel melhorou sua interface, mais simples, e sua utilidade.
O passo seguinte foi se transformar em uma ponte de comunicação entre dez prefeituras e os moradores, com intenção de que tanto os governos locais como seus habitantes tenham informação atualizada baseada nas colaborações da comunidade.
Até agora o Waze recebia dados a partir dos celulares de seus usuários. E no caso do Rio de Janeiro, Barcelona, Jacarta, Tel Aviv, San José, Boston, o Estado da Flórida, o de Utah, o Condado de Los Angeles e Nova York, também terão acesso a sensores nas estradas e calendário de eventos, como corridas populares, problemas ou imprevistos meteorológicos.
Di-Ann Eisnor, responsável pelo crescimento do aplicativo, frisa a economia de custos como um dos pontos mais interessantes: “Somos uma plataforma que elimina as camadas supérfluas e de baixo custo. Colocamos para nós mesmos a obrigação de colocar as cidades em contato com seus habitantes”.
A diretora destaca como caso bem sucedido a relação com a cidade do Rio de Janeiro antes da visita do papa Francisco no ano passado. Duas semanas antes de sua chegada, o centro de controle da cidade deu acesso para o Waze ao seu sistema de câmeras distribuído por toda a cidade. Durante um encontro em Nova York, Pedro Junqueira, responsável pelo centro, explicou a experiência: “Colocar sensores e câmeras tem um custo proibitivo. A melhor maneira de controlar a cidade é tendo estas informações”.
Eisnor insiste que querem ampliar a quantidade de cidades e que contam com mais de 80 pedidos: “Não é necessário um grande conhecimento técnico, mas que entendam a importância de gerar uma comunidade. O tráfego é um problema universal”.
O Waze conta com mais de 50 milhões de usuários. Eisnor considera que ainda estão muito longe de seu limite, ainda que tenha preferido não fazer nenhum comentário sobre possíveis alianças com outras empresas dedicadas à gestão do tráfego. Não seria disparatado ao levar em consideração que um dos grandes acionistas do Uber é o próprio Google.
Seu próximo passo é se aprofundar nesse tipo de relação e melhorar o aplicativo: “Queremos medir melhor, saber quanto tempo ajudamos a economizar ou quanto tempo demora do momento em que recebemos uma mensagem até ela chegar para toda a rede”.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Waze lança versão 3.9 com muitas novidades



Com a nova versão, Wazers ajudarão outros usuários a encontrar seu destino com maior facilidade

Waze, o GPS social mais popular do mundo, acaba de lançar a versão 3.9 trazendo uma série de novidades para os motoristas. Até agora as informações na função Local - seja sobre empresas ou residências - traziam o que os mapas, o transito e as informações sobre rotas sabiam, antes de existirem as comunidades do Waze.

    No botão Alertar, clique em Local e tire uma foto, ajudando outros Wazers a identificar o estabelecimento ou a residência.
    Edite e atualize detalhes sobre qualquer local, fazendo com que a informação esteja sempre atualizada. A informação que estiver faltando pode sempre ser adicionada por outros usuários.
    Adicione também informações úteis tais  como estacionamentos e facilidades próximos ao local.

A  tela foi redesenhada contendo todas as informações adicionadas pelos  Wazers garantindo que os usuários estejam indo para o local correto e ajudando-os a reconhecer o seu destino.

Os Wazers também ganharão pontos com cada contribuição fornecida sobre locais. Quanto maior o número de pessoas que contribuírem, melhor será para todos.

Além de Local, esta nova versão traz mais algumas novidades para as pessoas não esquecerem onde estacionaram o carro Pins Automáticos de Estacionamento estarão disponíveis para facilitar a busca.


http://youtu.be/-P2fTw8Z5_U

Sobre o Waze

O Waze é um GPS social, que usa tecnologia móvel, grande quantidade de dados e uma comunidade ativa que contribui para redefinir a forma como os mapas são utilizados hoje em dia. 
Oaplicativo conta com motoristas que trabalham juntos diariamente para enfrentar o trânsito de forma inteligente, economizando tempo e dinheiro.
O aplicativo informa constantemente as rotas mais rápidas baseado em dados obtidos em tempo real. De rotas revistas aos melhores preços de combustíveis e ofertas interessantes de suas marcas favoritas, o Waze é hoje um dos companheiros de viagem mais completos do mercado. Para baixar gratuitamente o Waze app, visite http://www.waze.com.