domingo, 20 de agosto de 2017

Waze passa a dispor de botão de pedido de socorro


O Waze é uma das ferramentas de navegação mais utilizadas no quotidiano. As suas funcionalidades de alerta e inteligência para evitar trânsito e outros constrangimentos cativaram o planeta que está rendido a esta solução. A Google há alguns anos que se antecipou à tendência e adquiriu a empresa por detrás deste verdadeiro sucesso quando ainda estava em fase de ascensão. Aos tradicionais alertas e funções de partilha de seguimento de rota está agora disponível um botão de pedido de socorro na estrada.
Atentos ao número de pessoas que atuam em comunidade a alertar de situações na estrada aproveitou para desenvolver um útil botão de pedido de auxílio. Pulsando este botão que surge no ecrã é enviado um sinal de alerta a outros membros da comunidade do Waze de que estamos a passar apuros. Nos outros equipamentos é disparado de imediato o alerta de como se fosse uma situação de perigo na estrada.
A decisão de parar ante este pedido de socorro gerado pelo Waze continua a caber ao condutor, mas ainda assim ajudará a perceber que necessitamos de ajuda, seja por alguma situação de saúde, ou qualquer outro problema com o carro, como por exemplo avaria ou furo.
A funcionalidade apenas foi divulgada no Waze em inglês, mas deverá a muito breve trecho atingir as restantes instalações da aplicação mais popular de navegação com informações em tempo real.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Uber-o-cavalo-de-troia-do-neoliberalismo

A partir de 2011 uma empresa multinacional estadunidense chamada Uber começou a operar um sistema de aplicativo que conectava passageiros e motoristas, essa prestação de serviço usava o disfarce de “carona remunerada”. Subvertendo todas as leis, essa empresa começou a realizar um serviço análogo ao de táxi, criando uma série de problemas para os trabalhadores desse modal. O que no primeiro momento parecia ser mais uma maneira moderna de complementação de renda para esses motoristas e uma forma fácil e barata dos passageiros se deslocarem, mostrou-se uma grande ameaça ao trabalho formal, comprometendo a segurança dos passageiros.

O modal de táxi, que opera sob o desígnio de “transporte público individual de passageiros”, opera complementando todos os outros modais, sendo indicado para deslocamentos curtos e rápidos, por isso tem um custo alto. O táxi se caracteriza por cobrar pelo quilometro rodado, levando em conta as planilhas públicas que definem o valor da “UT” (Unidade Taximétrica), esse valor é cobrado a partir de um taxímetro físico aferido pelo poder público. O profissional taxista trabalha com uma permissão concedida pelo poder público, a partir de capacitação profissional. O veículo táxi existe de forma característica, ostentando cores diferenciadas e placas privativas, no caso do Brasil, exclusivamente placas vermelhas.

A empresa Uber, opera carros particulares (no caso do Brasil placas cinza), com motoristas eventuais sem nenhuma qualificação, estipula o preço da viagem em um taxímetro virtual, onde cobra do motorista 25% do valor dessas corridas. Com preços bem menores do que os taxistas e sem nenhuma despesa com os veículos, a Uber passou a disputar o mercado com os táxis e em alguns lugares até com os ônibus. Dessa maneira a Uber tem forçado no mundo inteiro a desregulamentação do setor de táxi e inaugurando uma forma nova de superexploração da mão de obra, já que esses motoristas sem nenhum vínculo empregatício com a Uber precisam trabalhar de 12 a 14 horas por dia para sobreviverem. Com o preço baixo das corridas e o desconto de 25% do faturamento, o motorista Uber precisa trabalhar muitas horas, elevando o desgaste do seu carro, aumentando assim o seu custo operacional.

Esse processo de “uberização” da mão de obra é um perigo para a segurança do trabalho, já que não garante nenhuma segurança aos motoristas e muito menos aos usuários. Sem nenhuma regulamentação e sem fiscalização, a Uber aceita qualquer pessoa para desempenhar a profissão de motorista. Bastando que o mesmo tenha um carro, que não precisa ser de sua propriedade. Ao se eximir de qualquer responsabilidade trabalhista, a Uber se justifica dizendo que é uma empresa de Tecnologia da Informação e não de transporte.

Os usuários do aplicativo Uber também estão expostos a insegurança, já que viajam em carros muitas das vezes não vistoriados pelo poder público e de categoria popular. O pagamento desse serviço se da na maioria das vezes com cartão de crédito, em uma transação comercial com pouca segurança. Em caso de acidente, o passageiro também não conta com a segurança jurídica de seguros ou da relação contratante e contratada, ficando o motorista precarizado como o único responsável. Os casos de apropriação indevida dos dados dos cartões de crédito dos usuários têm acontecido no mundo todo, assim como os acidentes envolvendo motoristas eventuais do Uber, que exercem o transporte de passageiros sem a devida preparação.

No Brasil a Uber, apareceu em 2014 e tem causado grandes problemas para os taxistas e para as cidades. Com o avanço da crise financeira e o desemprego alarmante, a quantidade de pessoas que tem feito “bicos” de motoristas Uber é muito grande, só na cidade do Rio de Janeiro calculasse cerca de 80.000 carros (segundo dados do Sindicato dos Taxistas Autônomos da Cidade do Rio de Janeiro). Com preços baixos e mimos como balas e água, o aplicativo Uber caiu nas graças de parte da população, que fogem da precariedade e insegurança que dominam o transporte público.

Contudo, o que parecia ser o “admirável mundo novo” dos transportes tem se mostrado um verdadeiro problema para as grandes cidades brasileiras. Engarrafando ruas e acessos de aeroportos e rodoviárias, os carros particulares que trabalham com o Uber, tem se caracterizado por motoristas que não conhecem a cidade e por dirigirem carros sucateados. Enquanto os taxistas passam por quatro vistorias anuais (DETRAN, SMTR, IPEM, IMETRO), os motoristas de Uber, precisam apenas de um cadastro nos aplicativos. Enquanto os taxistas precisam de uma Permissão do poder público para exercer a sua profissão, os motoristas de Uber precisam apenas de um telefone celular. A concorrência desleal mostra a face mais perversa do neoliberalismo, a tentativa de desregulamentar o serviço de táxi e criar um cartel no preço desse serviço, que será ditado por uma multinacional que opera milhões de viagem sem ter um único carro.

Por trás da Uber não está só a destruição do modal de táxi em nosso país para despois subir o preço e cartelizar o serviço, está também a poderosa operação de mapeamento do comportamento dos usuários e os dados de seus cartões de crédito, para futuras ações de propaganda e venda de serviços casados. Com sede no Vale do Silício (EUA) a Uber opera em conjunto com a NSA (Agência Nacional de Segurança – EUA) no processo de espionagem e identificação de interesses estadunidenses em outros países, ferindo assim a soberania dos Estados nacionais. O fato do Uber, não ter ativos e nem gerar empregos formais, faz com que a evasão fiscal e as perdas internacionais brasileiras aumentem drasticamente. Seus motoristas precarizados ganham apenas pera sobreviver, não sendo um trabalho que promova ascensão social, isso contribuiu para o empobrecimento da sociedade.

Os milhares de carros operando para a Uber, comprometem a mobilidade urbana, pioram a qualidade do ar nas cidades brasileiras, destroem o modal de táxi que hoje é regulamentado, atirando milhões de profissionais ao desemprego e ao subemprego, além de desviarem o foco da luta por melhorias no transporte público, sem falar na exposição dos usuários à insegurança de andarem em um carro particular sem seguro pertinente ao serviço e operado por um motorista sem o devido treinamento.

O mundo começa a reagir a mais esse invento do imperialismo estadunidense, vários países europeus já baniram a Uber de suas terras. O Tribunal da União Europeia deve decidir até ao final do ano sobre o Uber, a advocacia central já se colocou contra essa empresa. Na China o Uber foi banido, assim como em várias cidades estadunidenses. Na América Latina taxistas e entidades de proteção ao trabalho têm lutado e denunciado o perigo representado pela Uber. No Brasil os taxistas tem travado uma luta diária contra o Uber, denunciando que uberização e terceirização são processos danosos ao nosso país.

“A Uber é tudo que nossos pais nos ensinam a não fazer, não aceitar balas de estranhos e não entrar em carros de desconhecidos”.

Fonte:


sábado, 24 de junho de 2017

Professor de Harvard pede fim do Uber: “não pode ser corrigido”

Em artigo para a Harvard Business Review, Benjamin Edelman destaca que a empresa possui uma cultura de ilegalidade que é incorrigível.



Nenhuma empresa foi tão polêmica nos últimos anos do que o Uber. Por isso, Benjamin Edelman, professor de Harvard, acredita que a única solução é acabar com a empresa.
Em artigo para a Harvard Business Review, Benjamin destaca que a empresa possui uma cultura de ilegalidade que é incorrigível. Para ele, o Uber será para a indústria da mobilidade o que o Napster foi para a indústria da música: vai mostrar o que é possível fazer com a tecnologia, mas vai morrer em sua ilegalidade.
Benjamin destaca que a empresa está envolvida em vários escândalos recentes e que isso faz parte da cultura que se criou no Uber: do CEO, Travis Kalanick, ao funcionário mais baixo, a ideia é “pedir desculpas e não permissão”. E nem desculpa a empresa pede direito, na verdade…
Para o professor, o próprio modelo de negócios do Uber é baseado em ilegalidade, baseado em quebrar a lei. “E tendo crescido através dessa ilegalidade intencional, a empresa não consegue pivotar e seguir as leis”, afirma. 

Uber: um avanço

A companhia trouxe algum avanço para o setor, reconhece Benjamin. Mas não é nada que o mercado não estivesse buscando. Ele destaca que os táxis já possuíam GPS em 2010, quando o Uber surgiu, e hardware e software customizado para suas necessidades. Além disso, os aplicativos de táxi começaram a aparecer logo depois.
O Uber, porém, foi o primeiro a colocar aplicativos de smartphone para permitir pessoas chamarem carros e colocar os motoristas com um celular comum. Foi uma inovação, mas uma que surgiria logo depois de qualquer forma (e surgiu, já que o Easy Táxi no Brasil data desta época).

Ilegal desde o começo

A grande vantagem do Uber foi colocar carros comuns para fazer o transporte das pessoas, o que barateou e muito a experiência – já que não precisa pagar seguro para passageiro (coisa que táxis são obrigados), registro comercial, placas especiais (no Brasil, vermelhas), verificação de antecedentes, inspeção veicular e o resto. Só que isso era ilegal em todos os países que o Uber opera.
E como um concorrente fazendo coisas ilegais tende a fazer com que todos os concorrentes copiem, o setor logo passou a fazer tudo isso. Inclusive, é interessante notar que o Uber nem foi o primeiro a fazer isso: foi o Lyft, no final de 2012. E Travis Kalanick foi extremamente contra isso, já que até aquele momento o Uber só oferecia carros pretos licenciados para isso nos mercados que operava. Ele chegou a chamar a iniciativa do Lyft de “agressiva”, “pirata” e que todos os motoristas eram “criminosos”. Logo depois, fez o mesmo.
Para Benjamin, a degradação moral do Uber piorou ali. Ao invés de entrar na justiça, a empresa fez o mesmo que o rival e ainda aumentou o problema. E o fato de que a maior empresa de transporte por aplicativos estava interessada em fazer isso acabou fazendo que todas as outras também adotassem, como é o caso de Easy e 99 no Brasil.
A companhia começou a usar seus poderes para defender sua ilegalidade, contratando pessoas, criando procedimentos e sistemas de software para permitir que isso continuasse e fazer lobby para legalizar. Além disso, havia um grande esforço para pintar o Uber como a grande inovação do século e que seus críticos eram pessoas presas no passado. O professor destaca que isso era uma prática de todos os advogados e do departamento de marketing da empresa.
Ilegal desde o começo, a startup se esforçava para que isso se tornasse o normal logo depois. Mas alguns funcionários pagavam o preço, como os dois executivos presos na Europa, por exemplo, por operar sem licença. Os motoristas também sofreram represálias dos taxistas em diversas partes do mundo.
Até a chefe do setor jurídico, Salle Yoo, estava envolvida em buscar métodos de perpetuar a ilegalidade, ajudando a criar um software que escondia carros dos investigadores do governo. Isso caracterizava o quanto a cultura da empresa já estava contaminada pela intenção de não seguir leis.

Problema afeta tudo na empresa

E era um problema maior do que simplesmente trocar os líderes da companhia, como a empresa fez agora com o seu CEO. O professor de Harvard acredita que tudo já estava contaminado pela falta de interesse em seguir leis e cometer crimes para manter a empresa funcionando.
“O problema do Uber está no modelo de negócios e mudar a liderança não vai corrigir. Se o modelo não for atacado e mudado, essa ilegalidade vai continuar. O melhor jeito vai ser punir o Uber e outras empresas e fazer a lei ser cumprida, com pouco perdão”, destaca Benjamin. Para ele, caso uma pequena parte das jurisdições entre na justiça e ganhe contra a empresa, já será o suficiente para querer.
Tudo isso é parecido com o caso do Napster, que também era altamente inovador (na verdade, para a indústria da música foi uma revolução), mas nunca conseguiu se adaptar a legalidade – nenhuma gravadora iria aceitar suas músicas a aparecerem na companhia, depois de tanto tempo na ilegalidade. Ele foi forçado a fechar.
Mas o fim do Napster, lembra Benjamin, mudou a indústria da música – que entendeu o poder do download e do streaming, o que facilitou o surgimento do iTunes, Pandora e até do Spotify. O Uber também terá seus efeitos positivos, mudando leis e mostrando o que é possível com a tecnologia. Só que para o professor, é outra empresa, legal desde o começo, que deverá se beneficiar disso.



sábado, 13 de maio de 2017

A próxima voz é… você!


Wazer, chegou a hora de se preparar para os holofotes! Você mesmo será a voz do nosso querido navegador: com a nova função Gravador de Voz, é possível gravar sua própria voz para depois ouvir as instruções de condução. Legal, neh?

O gravador de vozes do Waze está disponível só para aparelhos Android por enquanto (em breve também no iOS), e lhe permite personalizar as instruções de navegação como já fizeram vários famosos.

Para ativar essa função, vá em Configurações > Som e voz > Gravador de Voz e fale, cante, grite ou se expresse à sua maneira. Só lembre de uma coisa: para proteger sua segurança e a dos seus companheiros de viagem, seja o mais preciso possível. No final de contas, são as suas instruções de condução ;)

Mais uma coisa... A gente adoraria ouvir a sua gravação: compartilhe sua melhor versão no FacebookInstagram ou Twitter.

Fique ligado/a para mais atualizações sobre o Waze Voice Recorder.

domingo, 23 de abril de 2017

Agora o Waze vai te lembrar de acender os faróis nas rodovias

Se você é motorista no Brasil, já sabe que é obrigatório dirigir com farol baixo aceso nas rodovias do país. Porém - quantas vezes já esqueceu de acender os faróis? Para lhe ajudar a dirigir com maior segurança e evitar multas, o Waze libera hoje uma nova função: lembrete de acender faróis nas rodovias (Android só, iOS esperem novidades).

Como funciona

Se você colocou um destino no Waze, está seguindo a rota sugerida, e essa rota inclui rodovias, o aplicativo lhe avisará 200-300 metros antes de chegar à rodovia que tem obrigatoriedade de acender faróis.


O aviso aparecerá somente uma vez por sessão, mesmo que tenha mais de uma rota na mesma sessão. A função está ligada por padrão, mas você sempre pode desligá-la desde as configurações, em Menu > Configurações > Conf. de exibição > Alertas na rota > Acender faróis.

O aviso de acender faróis será dado não somente com um aviso visual, mas por voz também.

Graças à comunidade
Essa função foi desenvolvida graças à comunidade de usuários do Waze. A informação das rodovias onde esse aviso deve aparecer é fornecida pelos editores de mapa locais.

Você também pode colaborar!

Agora sim, dirija pelas rodovias, com segurança e sem multas!

quinta-feira, 16 de março de 2017

Waze com Spotify

Waze com Spotify: Parceria entre apps permite trocar de música enquanto se planeja a próxima viagem


Novidade começa a ser disponibilizada nesta terça (14) para dispositivos Android.


Interface do Spotify integrada com a navegação pelo Waze (Foto: Divulgação)

O aplicativo de navegação Waze agora consegue tocar as músicas salvas
 no seu smartphone. E o aplicativo de streaming Spotify já pode dar início
 à rota até seu próximo destino. Os dois apps anunciaram uma parceria
 nesta terça-feira (14) para integrar os serviços e facilitar a mudança de um
 para o outro.
Os novos recursos começam a ser disponibilizados nesta terça primeiro,
 e aos poucos, para aparelhos com sistema operacional Android.
 Não há informações sobre a versão para iOS.
Segundo as empresas, a parceria permite aos usuários:
  • Iniciar uma navegação via Waze de dentro do Spotify;
  • Acessar suas listas de músicas do Spotify pelo Waze;
  • Alternar entre os aplicativos com um toque, e trocar de faixas também
  • , mas só quando o carro estiver totalmente parado.
Essa não é a primeira integração do Spotify com outros serviços.
 O aplicativo de streaming de músicas pode ser usado em conjunto com
 apps de encontros, como Tinder e Happn, de transporte, como o Uber,
 e até de organização de fluxo de trabalho, como o Slack.



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Post convidado: Como as editoras do mapa do Waze promovem a contribuição social feminina

Por: Caroline S. Guerra, usuária do Waze, Brasil.


Poder participar de uma comunidade que tem como foco o colaborativo e que, a partir dela, podemos desenvolver várias ações que de algum modo possam trazer benefícios à sociedade é simplesmente entusiasmante e maravilhoso.

Diferente de muitos relatos acerca de que um ambiente predominantemente masculino pode se mostrar hostil para as mulheres, a Comunidade Brasileira do Waze tem, de fato, um outro cenário.

A predominância de editores do sexo masculino é bastante notória, e o percentual de participação de mulheres como editoras é bem inferior. Embora muitas utilizem a tecnologia do aplicativo, poucas participam de alguma forma da construção dele, existindo uma reciprocidade baixa quanto à colaboração nas edições de mapa.

Objetivando mudar a realidade, a comunidade resolveu, por conta própria, desenvolver um projeto com diversas ações para aproximar as mulheres ao aplicativo (comunidade).

Tudo começou com um post no fórum da comunidade que visava estudar como tornar o Waze mais amigável para as editoras. Tal discussão foi essencial, pois muitas editoras encontraram ali a oportunidade de ter voz e encorajavam-se a “falar”. Dessa discussão no fórum da comunidade foi desenvolvido um planejamento com objetivos, metas e ações a serem implementadas no que acabaria de se tornar um projeto denominado “Mulheres no Waze Brasil”.

Assim, formamos um grupo do projeto e no início de 2016 foram iniciadas as ações. Para resumir podemos citar algumas, como, por exemplo, o envio de Mensagens Privadas (MP) para cada editora que identificávamos, inserindo a sugestão de participar de uma pesquisa voltada para editoras e de participar do grupo do Whatsapp e/ou Hangouts “mulheres no waze”, o qual foi criado para discutirmos vários assuntos desde edição até assuntos corriqueiros de mulheres, visando uma melhor aproximação. Até agora enviamos PMs para 451 editoras.

Também realizamos um encontro, via Hangouts, com as editoras; criamos uma logo do grupo das Editoras Waze Brasil, a qual foi inserida em algumas assinaturas no fórum; divulgamos nas redes sociais mantidas pela comunidade posts referentes às datas comemorativas nacionais para o público feminino; também divulgamos nosso projeto e a nossa realidade em blogs voltados para o público feminino que enfrentam essa mesma realidade. Tudo isso visando aproximar e incentivar a participação feminina na comunidade Waze.

Entretanto, constatamos que o intuito vai muito além de acolher mais mulheres na comunidade do Waze: o nosso interesse final é, principalmente, a contribuição social que podemos alcançar, utilizando o Waze como instrumento.

Portanto, para tentar mudar uma realidade basta uma ideia e colaboradores entusiastas. O que faz mover o mundo são as ações…movam-se!

Foram (e são) muitas ações desenvolvidas, e o mais legal e importante é o apoio de toda a comunidade no projeto e do entusiasmo das editoras com a ideia do projeto - sem esse apoio o projeto não conseguiria ir a adiante.