domingo, 26 de julho de 2015

Deixado sozinho em carro, cão é flagrado buzinando o veículo

Cão buzinou por 15 minutos enquanto aguardava dono; A situação hilária chamou atenção de todos que passavam pelo local

Um belo Boxer, de 18 meses, foi flagrado buzinando veículo após ser deixado sozinho pelo dono. Segundo pessoas que testemunharam a cena, em Dundee, na costa leste da Escócia, o cachorro buzinou por 15 minutos enquanto aguardava, muito provavelmente nada satisfeito com a demora.
cão impaciente
A gravação fez tanto sucesso ao ser compartilhada na internet que já recebeu mais de 60 mil visualizações e virou notícia nos principais portais pelo mundo. Assista ao vídeo.


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Waze ou Here: qual é o melhor aplicativo de trânsito para usar no celular?

Salvar mapas para ver offline, ver informações de trânsito em tempo real, ouvir qual deve ser seu caminho para chegar a um destino. Essas são apenas algumas possibilidades que aplicativos de trânsito podem trazer ao usuário com um smartphone. Porém, qual deles é o melhor: Waze ou HERE Maps? Confira abaixo a nossa análise.
Comparativo: Here x Waze (Foto: Arte/TechTudo) Waze ou Here: qual app de trânsito se sai melhor no comparativo? (Foto: Arte/TechTudo)

Compatibilidade: Empate
Os dois serviços estão disponíveis para os principais sistemas operacionais móveis do momento: Android,iOS e Windows Phone. E também funcionam na web, em versões que podem ser acessada pelo PC, parecidas com o Google Maps.
Here tem versão web semelhante ao Google Maps (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Here tem versão web semelhante ao Google Maps (Foto: Reprodução/Aline Jesus)
Tempo Real: Waze
Para quem busca uma ferramenta com informações a todo o tempo sobre o que está acontecendo, uma comunidade ativa e múltiplos alertas em tempo real do trânsito, no Waze há muito mais conteúdo do que no Here Maps. Afinal, a parte colaborativa dele acaba sendo seu grande atrativo.
Informações em tempo real são o ponto mais forte do Waze (Foto: Divulgação)Informações em tempo real são o ponto mais forte do Waze (Foto: Divulgação)
O usuário pode realizar diversos tipos de ações, como informar o quão pesado está o trânsito no local ou reportar um acidente, por exemplo. No Here, também há detalhes, porém em menor quantidade, e com uma comunidade menor. No Waze, é possível até ver os postos com gasolina mais barata na região.
Mapas offline: Here
Por outro lado, se o usuário está indo viajar e quer salvar um conteúdo de mapas para usar no local, esqueça o Waze. O Here Maps tem esta função, como o Google Maps, mas isso é um conceito bem diferente do Waze. O pensamento básico é: o Here é um serviço de mapas, enquanto o Waze é um app de trânsito.
Navegação: Empate
O sistema de navegação é quase igual nos dois. Ambos têm opção de se salvar destinos, guias por voz, além de planejamento de rotas por tempo, fazendo com que os usuários cheguem o mais rápido possível a seus pontos finais. Neste quesito, tanto Here como Waze estão muito bem servidos.
Integração com outros serviços: Waze
Se você tem um evento no seu calendário do Facebook, com um mapa, e quer chegar a ele. É possível, com um toque, ver o mapa no Waze e ter sua rota traçada até lá. Todos os conteúdos do app, aliás, podem ser integrados ao Facebook, como ver no aplicativo seus amigos que utilizam o Waze e interagir com eles. O Here não oferece este tipo de opção.
Parte social também se destaca no Waze (Foto: Divulgação)Parte social também se destaca no Waze (Foto: Divulgação)
Interações entre usuários: Waze
A parte social do Waze é muito superior a do Here. O usuário pode, por exemplo, mandar um alerta para seus amigos, ver onde eles estão, compartilhar trajetos e até bater papo com pessoas que apareçam na sua tela, mesmo que não as conheça. Interagir é fundamental em um app como este, e nesse ponto o Waze é bem melhor.
Interface: Here
Um dos pontos mais negativos do Waze é sua interface. São tantos recursos que ele acaba ficando até confuso visualmente. Um mapa pode ter muitos ícones, seja cor da pista indicando como está o trânsito ou relatos de possíveis problemas no caminho, e, claro, os ícones de pessoas navegando.
Here possui um visual muito mais atrativo e limpo (Foto: Divulgação)Here possui um visual muito mais atrativo e limpo (Foto: Divulgação)
No Here, a interface é muito mais sóbria e elegante. A usabilidade de ambos é boa, e o design acaba até sendo bem intuitivo nos dois aplicativos. Mas com um grande número de informações acumuladas, o Waze fica um pouquinho confuso. Depois, com o tempo, você se acostuma, mas o Here é mais organizado.
Usabilidade para quem não é motorista: Here
Outro ponto que o Here tem de vantagem sobre o Waze é como ele pode ser usado também por quem não dirige. Quando você traça uma rota nele, tem opção de vê-la usando opções de transporte público e a pé. O Waze, por sua vez, é voltado só para motoristas, o que restringe um pouco sua utilização.
Conclusão: Empate
O grande ponto a ser analisado nesta comparação entre Waze e Here é que, apesar de terem algumas de suas principais características em comum, eles são aplicativos muito diferentes. O primeiro pode ser chamado de um “app de trânsito”. Já o segundo seria um “app de mapas”.
O principal é entender o que cada um tem como base, e ver em qual perfil o usuário pode se encaixar melhor. Um é superior em certos pontos, outro é melhor em outros. No fim, a decisão dependerá de cada pessoa.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

‘Facequíni’, conheça a última moda em praias chinesas


Só no ano passado mais de 30 mil unidades do ‘facequíni’ foram vendidas. Muitas chinesas usam a peça para não ficarem com o rosto bronzeado

Moda nas praias chinesas nos últimos anos, o “facequíni” vendeu 30 mil unidades no ano passado. Usada para se proteger do sol e de águas vivas, a máscara foi inventada pelo ex-contador Zhang Shifan, que não esperava que a peça fizesse tanto sucesso.
O “facequíni” apareceu nas praias da cidade costeira de Qingdao em 2004. Desde então, surgiram diversos modelos, de diferentes cores. Muitas chinesas usam a peça para não ficarem com o rosto bronzeado.
Na China, o “facequíni” se tornou uma peça de “status social”, já que a pele pálida é altamente valorizada como delicada e feminina, enquanto a pele escura sugere bronzeamento causado pela agricultura nos campos ou por trabalhos braçais ao ar livre.




segunda-feira, 13 de julho de 2015

Waze disponibiliza navegação com voz infantil

Novidade, contudo, está disponível somente em inglês. Ainda não há previsão de incluir vozes em português.

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untitled-12.gif (60.71 KiB) Viewed 3 times


O aplicativo Waze, que ajuda o usuário com mapas e trajetos, está disponibilizando vozes infantis para a navegação. A iniciativa tem como objetivo incentivar os motoristas a dirigirem com um pouco mais de cautela.

O pacote de voz é acessível para qualquer usuário do aplicativo e foi gravado por crianças com idades entre 3 e 12 anos. Em comunicado, a porta-voz do Waze, Eleanne Hattis, disse que a iniciativa de fazer um pacote de voz com crianças foi motivada pela informação de que 9 entre 10 pais dirigem de forma mais segura quando estão com os filhos.

No Brasil, contudo, a novidade está disponível apenas em inglês. De acordo com a assessoria de imprensa do Waze no país, ainda não há previsão de lançamento da opção em português. Se ainda assim, você quiser ter uma voz infantil durante a navegação basta ir até o ícone de configurações no menu, selecionar "som", "instruções de voz" e alterar para a opção "kids".

Abaixo, link do vídeo da campanha do aplicativo criado pela agência Maxis.

[youtube] https://www.youtube.com/watch?t=52&v=5PmvJKgetH4 [/youtube]

domingo, 5 de julho de 2015

Medo de assalto faz dono de van camuflar veículo novo como velho



Demorou apenas três dias para a polícia pará-lo para perguntar o que estava acontecendo com toda a ferrugem

Todo dono de carro se preocupa em como proteger seu veículo de um eventual roubo. Um dono de uma van T5 Transporter, da Volkswagen, decidiu inovar. Ele cobriu seu veículo novinho com vinil parecido com ferrugem para tentar fazer o automóvel passar por velho.
A envelopagem, realizada pela Clyde’s Wraps em Glasgow, na Escócia, cobre as medidas de toda a van. Com isso, os artistas conseguiram fazer um desenho de ferrugem como se tivesse sido formada por água corrente.
van camuflada de velha

domingo, 28 de junho de 2015

Objeto misterioso é flagrado por câmeras de museu na Flórida


Investigador acredita que imagem não passa de partícula de poeira.
Investigador acredita que imagem não passa de partícula de poeira. Foto: Reprodução
Expresso
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Câmaras de vigilância do Museu Flórida Space Walk of Fame fizeram um registro que anda causando muita agitação. Isso porque o vídeo mostra o momento em que, no meio do salão, aparece um objeto voador não identificado.
— Nós não podemos explicá-lo — contou o presidente do museu Charlie Mars, à CBS Orlando.
Mars disse ainda que as luzes e o sistema de ar condicionado foram desligados quando o vídeo foi gravado, o que o leva a concluir que a esfera iluminada não é apenas reflexo de brilho, ou sujeira no visor da câmera.
— Existem muitos itens aqui que foram trazidos por pessoas que não estão mais conosco. Eles poderiam voltar para verificá-los. Uma série de situações como essa têm ocorrido ao longo dos últimos 12 anos, para as quais não temos nenhuma explicação — completou Mars.
No vídeo, o objeto entra rapidamente na sala de exposição do museu, se move em direção ao centro da tela, e faz uma curva abrupta, voltando na direção de onde veio. Em seguida, aparece novamente e começa a se mover para a esquerda antes de simplesmente desaparecer.
— Eu sei que eles disseram que não têm o ar condicionado, mas uma leve corrente de ar pode mover uma partícula de poeira — acredita Ben Hansen, um ex-agente do FBI e ex-investigador principal da série Syfy Channel, “Fato ou falso: Arquivo Paranormal”.
Hansen também oferece uma explicação para o sumiço do objeto.
— A esfera parece ter um movimento cíclico, que é comum para uma corrente ascendente de ar. Quando ele parece dissolver-se, é porque no momento estava muito distante da lente para refletir luz o suficiente para ser registrado pelo sensor da câmera — explicou.

domingo, 21 de junho de 2015

CEO Waze vs. CEO GPS

As organizações precisam se acostumar com os profissionais que não buscam as soluções olhando para os mapas ou para o GPS.

O mundo está mudando a uma velocidade incrível, fruto das inovações e rupturas tecnológicas. Essa realidade tem provocado enorme ansiedade entre os executivos e a necessidade de revisar estratégias organizacionais continuamente. Alguns CEOs ainda lembram com saudade dos planos quinquenais (ou algo do gênero) que as empresas realizavam. Havia uma falsa sensação de estabilidade e direção. Os CEOs, juntamente com um pequeno grupo, eram os responsáveis por traçar os rumos da empresa e, de tempos em tempos, revisavam seu posicionamento em relação à meta. Era o tempo do GPS. Os executivos que sabiam onde estavam e para onde queriam ir. O mapa (estratégico) mostrava o caminho e todos seguiam suas diretrizes no detalhe. A máxima do comando e controle regia as organizações. Como meu pai dizia: manda quem pode e obedece quem tem juízo!

Os tempos mudaram e a velocidade dessas mudanças globais e locais está exigindo outras habilidades desses executivos. Eles precisam agora se sentir confortáveis com a jornada. Precisam interagir com inúmeros stakeholders para engajá-los na construção de um plano estratégico e tático que seja maleável e adaptável ao longo do caminho. É preciso conviver com o desconforto e incertezas da versão Beta, aquela que pode não estar 100% correta no ponto de partida, mas que vai se aprimorando no percurso. Esse é o CEO Waze. O que vai do ponto A para o B de forma mais eficiente ao interagir com o meio ambiente. É o profissional antenado com o que está acontecendo e não tem medo de dar uma guinada ríspida na busca do melhor resultado, com o menor esforço e com o maior lucro.

Em meio a um biênio extremamente desafiador, atenuado pelo cenário macroeconômico, as organizações queimam neurônios para sustentar o crescimento a médio e longo prazo. Muitas empresas, ao repensar suas estratégias de mercado, partem da premissa de focar em redução de custos e manter as margens de rentabilidade. A primeira ação prática é buscar o “executivo Waze” que esteja preparado para esses desafios. Observo que esse perfil demandado precisa, além de apresentar os resultados, denotar a forma de como eles são alcançados. O profissional, então, se vê em um cenário em que a competição não diminuirá, sendo amplificada a cada semestre com a inserção de outros executivos no mercado em busca de maiores fatias.

Em uma pesquisa que fizemos ainda em 2013 com CEOs de grandes empresas brasileiras, para entender quais seriam as suas prioridades para os próximos cinco anos e como iriam se preparar frente ao contexto econômico mundial, revelou-se que a preocupação com a busca e desenvolvimento do capital humano está no topo da agenda. Parece que as companhias conseguiram quantificar a enorme diferença entre “THE BEST” e “THE REST” e estão dispostas a investir para garantir esse diferencial competitivo.

Como consequência disso tudo, as organizações precisam se acostumar com os profissionais que não buscam as soluções olhando para os mapas ou para o GPS, eles estão construindo o caminho enquanto dirigem e interagem com todo o sistema. Essa postura requer resiliência, atenção às inúmeras variáveis e coragem para mudar de rota quando necessário. Fácil? Claro que não! Mas você já tentou desafiar o seu Waze achando que sabia um caminho melhor? Eu me dei mal em todas as vezes que insisti na minha “lógica”. E nos negócios é preciso assumir riscos. Como você vai agir daqui para frente?!

Fonte