sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Post convidado: Como as editoras do mapa do Waze promovem a contribuição social feminina

Por: Caroline S. Guerra, usuária do Waze, Brasil.


Poder participar de uma comunidade que tem como foco o colaborativo e que, a partir dela, podemos desenvolver várias ações que de algum modo possam trazer benefícios à sociedade é simplesmente entusiasmante e maravilhoso.

Diferente de muitos relatos acerca de que um ambiente predominantemente masculino pode se mostrar hostil para as mulheres, a Comunidade Brasileira do Waze tem, de fato, um outro cenário.

A predominância de editores do sexo masculino é bastante notória, e o percentual de participação de mulheres como editoras é bem inferior. Embora muitas utilizem a tecnologia do aplicativo, poucas participam de alguma forma da construção dele, existindo uma reciprocidade baixa quanto à colaboração nas edições de mapa.

Objetivando mudar a realidade, a comunidade resolveu, por conta própria, desenvolver um projeto com diversas ações para aproximar as mulheres ao aplicativo (comunidade).

Tudo começou com um post no fórum da comunidade que visava estudar como tornar o Waze mais amigável para as editoras. Tal discussão foi essencial, pois muitas editoras encontraram ali a oportunidade de ter voz e encorajavam-se a “falar”. Dessa discussão no fórum da comunidade foi desenvolvido um planejamento com objetivos, metas e ações a serem implementadas no que acabaria de se tornar um projeto denominado “Mulheres no Waze Brasil”.

Assim, formamos um grupo do projeto e no início de 2016 foram iniciadas as ações. Para resumir podemos citar algumas, como, por exemplo, o envio de Mensagens Privadas (MP) para cada editora que identificávamos, inserindo a sugestão de participar de uma pesquisa voltada para editoras e de participar do grupo do Whatsapp e/ou Hangouts “mulheres no waze”, o qual foi criado para discutirmos vários assuntos desde edição até assuntos corriqueiros de mulheres, visando uma melhor aproximação. Até agora enviamos PMs para 451 editoras.

Também realizamos um encontro, via Hangouts, com as editoras; criamos uma logo do grupo das Editoras Waze Brasil, a qual foi inserida em algumas assinaturas no fórum; divulgamos nas redes sociais mantidas pela comunidade posts referentes às datas comemorativas nacionais para o público feminino; também divulgamos nosso projeto e a nossa realidade em blogs voltados para o público feminino que enfrentam essa mesma realidade. Tudo isso visando aproximar e incentivar a participação feminina na comunidade Waze.

Entretanto, constatamos que o intuito vai muito além de acolher mais mulheres na comunidade do Waze: o nosso interesse final é, principalmente, a contribuição social que podemos alcançar, utilizando o Waze como instrumento.

Portanto, para tentar mudar uma realidade basta uma ideia e colaboradores entusiastas. O que faz mover o mundo são as ações…movam-se!

Foram (e são) muitas ações desenvolvidas, e o mais legal e importante é o apoio de toda a comunidade no projeto e do entusiasmo das editoras com a ideia do projeto - sem esse apoio o projeto não conseguiria ir a adiante.



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Digite ou use a voz: Waze simplifica busca por locais no Android e iOS


Waze liberou nesta quarta-feira (18) uma atualização do aplicativo para Android e iOS que simplifica a busca por locais. O programa do Google agora permite pesquisar lugares por categorias, o que deve ajudar a quem não sabe exatamente o que está buscando em uma cidade desconhecida.
Além disso, outra função que deve ajudar turistas permite falar em voz alta o nome de uma rua em um idioma diferente. Dessa maneira, o Waze poderá entender a língua ao cruzar a informação com o sinal do GPS para saber sobre o que o usuário se refere. isso significa que você pode ditar uma rua em inglês e obter o resultado correto mesmo se o app estiver em português.


Além disso, outra pequena mudança, mas igualmente útil, mostra a distância para qualquer local pesquisado, instantaneamente. É um recurso que parece ser simples demais, mas pode ajudar usuários que precisam saber se um destino é longe demais mesmo antes de carregar a navegação no mapa.
A nova versão do Waze já está disponível para download na Google Play e na App Store gratuitamente.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Compras de Natal de última hora? Waze sabe os horários com pior trânsito

Compras de Natal de última hora? Waze sabe os horários com pior trânsito                   


                   
                          

               
O mês de dezembro é o mais agitado para o comércio por conta das compras de final de ano e quanto mais próximo do Natal, pior fica o trânsito para chegar às lojas, supermercados e centros comerciais.
Segundo um levantamento do aplicativo Waze, no dia 24 de dezembro do ano passado, o tráfego para destinos comerciais cresceu 45%, enquanto que para supermercados a alta foi de 47%. Já para restaurantes e aeroportos o trânsito subiu 41% e 40%, respectivamente.
O aplicativo também viu um aumento de 98% no tráfego para centros religiosos, como igrejas e templos.

De uma forma geral, quem quiser evitar ficar parado no trânsito deve evitar sair de casa entre 6h e 15h. No caso das lojas, o horário de pico é das 9h às 15h; dos mercados, das 10h às 13h; dos restaurantes, das 11h às 14h; e dos aeroportos, das 6h às 12h. Veja o infográfico:













sábado, 5 de novembro de 2016

Waze como funciona kkkkk

Filmaram o QG do Waze mostrando como tudo é feito internamente e publicaram no Youtube. O vídeo explica como é o mecanismo de pesquisa, cálculo de rotas, alertas/radares, TTS e seus erros de pronúncia... :shock:


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Uber, o caminho da moderna escravidão de taxistas

Essa notícia já tem mais de um ano, porém é a pura realidade, nós taxistas estamos sendo engolidos pelo império capitalista americano que não perdoa nada e ninguém...



“Primeiro, os nazistas prenderam os comunistas, como eu não era comunista, me calei. Depois, eles pegaram os judeus e os sindicalistas, como não era judeu nem sindicalista, não me manifestei. Prenderam os católicos e, como eu era protestante, fiquei calado. Quando vieram me buscar… Não havia ninguém para protestar” (Martin Niemoller).
O que está por traz do aplicativo Uber, criado há cinco anos nos Estados Unidos e que vale mais do que a Petrobrás? Os donos do Uber são a Microsoft e a gigante da mídia indiana, Índia Bennett Coleman & Cia. O Uber foi avaliado por 51 bilhões de dólares, (R$ 178 bilhões de reais). A Petrobras, maior empresa brasileira, vale R$ 140 bilhões de reais.
O Uber é um negócio multimilionário que pretende transformar taxistas do mundo todo em escravos do século 21. Num primeiro momento o Uber, pratica a pirataria, autorizando veículos de particulares a prestarem serviços de transporte de passageiros, em desrespeito a todas as legislações nacionais e municipais, objetivando forçar os taxis a aderirem ao seu sistema.
Como meio de transporte público individual, o Uber se tornou uma multinacional atuando em escala global. A lógica é simples. A média mundial é de um taxi para cada 350 habitantes. Há, portanto, cerca de 20 milhões de taxis no mundo.
Enquanto promove irregularmente o serviço de taxi clandestino, o Uber mira os taxistas. Objetiva ficar com 20 % do faturamento diário deles. Se os 20 milhões de taxistas do mundo, faturam bruto, o equivalente a 500 dólares diários (incluindo combustíveis, manutenção e etc) trabalhando 24 horas, o Uber pretende apropriar-se de 100 dólares de cada taxi, (US$ 200 milhões por dia). No ano são 73 bilhões de dólares, ou R$ 255 bilhões de reais.
O Uber aposta na fraqueza dos governos municipais, na manipulação da opinião pública, através da grande mídia. As reportagens, compradas a preço de ouro, exaltam as vantagens do sistema, fazendo com que milhões de pessoas, iludidas, baixem o aplicativo no celular, passem a utilizá-lo e a defende-lo como o caminho da modernidade sem volta.
Agora são os taxistas que caminham para a escravidão moderna, amanhã serão os donos das pizzarias e, no futuro, quando não houver mais ninguém para protestar, todos nós. Cuidado, como no refrão da canção sertaneja que diz: “O cowboy vai te pegar”





terça-feira, 6 de setembro de 2016

Destruir taxistas tem um objetivo: o carro autônomo


É esse caminho que muitos relutam em acreditar, incluindo os que se dizem parceiros do transporte clandestino. Eles não são parceiros de ninguém. Apenas estão utilizando os motoristas para que colaborem no banco de dados que estão levantando, para brevemente lançar o carro autônomo e dispensá-los de uma forma magnífica. E para os consumidores e políticos que defendem essa concorrência desleal e predatória, esperamos que não fiquem à mercê deles, pois não terão piedade em cobrarem o que querem, já que dominarão o mercado.
E se os que defendem a tal da empresa duvidam do que estamos postando abaixo, que procurem notícias no mundo inteiro que tratam desse assunto. Ou acham que tudo é uma grande mentira? E vamos torcer que a economia melhore, para que arrumem empregos decentes e legais. E também esperamos que, até que tantos desempregados estejam em atividades de acordo com o que gostariam, o parque instalado de táxis e carros particulares utilizados pelo APP não esteja totalmente sucateado, quase impossibilitando a recuperação da imagem que temos de que estamos entre os melhores serviços de táxi do mundo, de acordo com pesquisa realizada pela “hoteis.com” com viajantes que vem à São Paulo.
Fonte:

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Davi X Golias


Você fez o planejamento, está pronto para fazer uma gestão eficiente, tem tudo para dar certo. Mas aí, aparece uma empresa estrangeira no mesmo segmento que o seu. “Normal”, você pensa, “todo mercado tem seus concorrentes”, e você tem toda a razão.
O problema é que, se você vende por 10 reais, o rival vende por 8 reais. Aí, você abaixa para 7 reais e ele muda para 5 reais assim que descobre. Neste exato momento, você já está preparado para colocar 4,90 reais... 
Acontece que, no calor da “batalha”, você acabou esquecendo sua margem de lucro. Por mais que seu concorrente continue baixando, você precisa tomar uma decisão: ou continua baixando o preço do mesmo produto ou para de guerrear. E fica difícil entender como o concorrente vende tão barato e ainda consegue se manter.
“Existem vários jeitos de combater a concorrência, além de baixar o preço. Às vezes, vender muito significa vender errado”
Você já deve ter se perguntado isso quando viu seu concorrente baixando preços sem parar. E essa pergunta tem várias respostas.
Uma das possibilidades é ele estar realmente sacrificando o lucro. Aí, das duas, uma: ele pode estar investindo em uma estratégia agressiva para ganhar mercado ou pode ser alguém que simplesmente quer sempre ganhar no preço sem pensar nas consequências. Aí, você pode ficar com a impressão de que a conta não fecha porque ela não fecha mesmo.
Neste caso, a recomendação dos consultores do Impulso é: dê corda para ele se enforcar. “Uma hora esse cara vai quebrar. E, se você não tomar cuidado e ficar baixando seus preços para acompanhar, você vai junto”
Saiba que simplesmente baixar o preço a torto e a direito nunca é a melhor opção, confira algumas táticas eficientes e menos arriscadas para encarar a concorrência.
Antes de alterar o preço do seu produto, você precisa entender quanto ele te oferece de lucro. O fundamental, aqui, é colocar todos os custos na ponta do lápis.
Talvez você ache que o seu preço está te dando lucro quando, na verdade, você está perdendo dinheiro. Por isso é fundamental colocar na ponta do lápis todos os gastos sobre o seu produto e descobrir qual é a sua margem de lucro. Só assim você consegue mexer nos seus preços com segurança
Há momentos em que reduzir o preço também significa diminuir a qualidade do que você vende. Aí é necessário considerar se vale a pena entrar nessa briga. Afinal, faz sentido cobrar mais por um produto que tenha uma qualidade maior. Mesmo que existam produtos semelhantes ao seu com valor inferior, os produtos mais duráveis, bonitos e eficientes também vão ter seu público. É importante lembrar que você pode adicionar serviços à venda do seu produto (wifi, mimos, cortesia, higiene) para garantir que esse seu preço mais alto envolva uma experiência melhor para o cliente.

fonte: https://www.facebook.com/TaxiemSaoPaulo/?fref=nf